|
A In Situ, buscando oferecer ao mercado as melhores e mais modernas técnicas para avaliar a qualidade de fundações, é pioneira na aplicação da tecnologia de TOMOGRAFIA para estacas no país.
Trata-se da melhor ferramenta quando o assunto é a determinação da qualidade do concreto de fundações moldadas in loco, tais como: estacas barretes, paredes diafragma, tubulões e outros tipos.
A tecnologia do ensaio envolve a “varredura” da estaca através de ondas ultra-sônicas. Uma sonda transmissora emite pulsos, os quais são captados por uma sonda receptora.
A interpretação, que utiliza softwares específicos, é efetuada com base no tempo de transmissão do pulso de ultra-som. O princípio físico consiste no fato de que a presença de material de má qualidade no fuste retardará ou impedirá a chegada do sinal emitido. Muitos dos fatores que podem causar um atraso na chegada do pulso de ultra-som – tais como intrusões de solo (ou lama bentonítica), concreto de baixa qualidade ou formação de vazios – levam também a uma diminuição da energia do sinal transmitido, de modo que esta grandeza também é considerada na análise. Todos esses fatores representam também aspectos negativos ao comportamento da estaca.
É possível ainda combinar os dados obtidos para várias seções de “varredura” do elemento de fundação (pares de tubos instalados na estaca), visualizando-se os resultados em duas ou três dimensões. Esse tipo de tratamento – que facilita a identificação de defeitos e confere ao ensaio uma interpretação objetiva – é conhecido como tomografia.
Pelo pioneirismo, o ensaio ainda não possui norma brasileira, sendo executado em conformidade com a norma ASTM D6760.
Detalhes do Ensaio
As sondas transmissoras e receptoras operam no interior de tubos preenchidos com água, previamente incorporados à fundação durante a concretagem. Para garantir uma “varredura” completa do interior do fuste, são empregados tubos dispostos em círculo (geralmente um tubo para cada 25-30 cm de diâmetro), os quais são instalados próximos à periferia da estaca e ao longo de todo o comprimento desejado para ensaio.
A execução do ensaio envolve o posicionamento do transmissor e do receptor na porção inferior de dois tubos. Em seguida, faz-se com que as sondas percorram simultaneamente a estaca, registrando-se continuamente a profundidade, o tempo transcorrido entre a emissão do pulso e sua chegada no receptor e a energia do sinal recebido.
O ensaio é repetido diversas vezes, selecionando-se novas combinações de tubos. Com isso, possíveis regiões defeituosas poderão ser mapeadas espacialmente – ao longo da profundidade e também por “quadrante”.
Em estacas de menor diâmetro, é possível executar o ensaio posicionando-se o emissor e o receptor em um único tubo (single hole testing).
Adicionalmente, a In Situ disponibiliza todo o suporte técnico necessário no desenvolvimento de soluções para a aplicação dos ensaios, garantindo dessa forma qualidade e segurança na sua realização e na interpretação dos resultados obtidos. |